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MANIFESTO: BULLYING CONTRA O MIMIMI
Por Munuzus (gênio):
Mimimi é o hábito de reclamar de algo que não tem solução para quem não tem nada a ver com problema. Exemplo clássico: reclamar do tempo no twitter.
Todos concordamos que é um costume chato demais, e por isso mesmo que não escrevo para reclamar, escrevo para propor uma solução.
Assim peço 5 minutos da atenção do leitor para mostrar uma abordagem científica de como resolver esse problema. Vamos a ela:
Um dos pilares da política de “tolerância zero” que revolucionou a segurança pública na cidade de Nova Iorque se baseou na Teoria dos Jogos. Segundo ela, sempre haverá uma parcela da população disposta a ser criminosa, mesmo que o risco seja muito alto, e que precisamos aceitar isto como parte de nossas vidas em comunidade.
A abordagem ao problema deve ser aumentar sempre o risco desta aposta para se tornar um criminoso, diminuindo a chance dele se dar bem. Assim, essa parcela de ilegalidade tende a ser menor. Isso se faz de duas formas: mostrando eficiência no mecanismo de punição (dai o nome tolerância zero) e diminuindo a violência cotidiana da vida das pessoas.
Estas atitudes aumentam o abismo entre a sociedade legal e ilegal, assim o degrau de violência que o criminoso tem que subir para entrar na vida do crime se torna maior, e menos gente se arrisca nele.
Já se respondermos fogo com fogo, nos tornaremos uma sociedade mais agressiva (grades, muros, guardas armados nas esquinas) estaremos aumentando o índice geral de violência na vida de todos os cidadãos, e diminuindo o abismo de risco entre quem vive no crime e quem não vive nele. Assim, esse degrau do risco que o marginal precisa subir é menor. Já viu isso em algum lugar? Brasil né.
Agora vamos supor que nosso crime é o mimimi. Aliás, supor nada, mimimi é um crime que infelizmente não podemos punir com morte quem faz. Reclamar do mimimi só nos torna uma sociedade com índice de mimimi maior, mais tolerante ao mimimi e aumenta a tendência que mais pessoas “normais” passem a engrossar as filas dos rabugentos.
Mas como reagir, então?
Ora, com o grande formador de caracter da sociedade ocidental. A punição não física mais temida por qualquer um. O tão perseguido Bullying.
Minha sugestão é simples e embaçada: se encontrar alguém reclamando de algo sem cabimento, bullying nela. De forma pública. Não se deixe influenciar por essas campanhas. Ninguém mais é criança para ficar choramingando por ai.
Por isso conclamo. Faça sua parte. Reclamar não. Agir sim! Gangsta don’t mimimi! Bullying vs Mimimi! A ciência está do nosso lado.
Gostaria de fazer duas considerações:
1) Eu fiz muito MIMIMI com o fim das funções sociais do Reader. Em minha opinião um dos movimentos mais idiotas do Google na tentativa de dar sentido ao Google+. Basicamente eles pararam de servir cerveja em uma festa na esperança que todo mundo fosse para outra. Fracassará.
2) Farei uma camiseta escrito: Gangsta don’t mimimi!
Como contabilizar Tweets, Likes e +1 no Google Analytics
Traduzi o seguinte tutorial para o pessoal da agência onde trabalho:
Código de monitoramento de Interações Sociais (Facebook, Twitter, Google+)
Para ativar o acompanhamento de Interações Sociais, você terá que atualizar o seu código do Google Analytics e depois adicionar um pequeno trecho de código ao seu arquivo HTML.
Primeiro você precisará usar a nova interface do Google Analytics, que está disponível como uma opção no topo da página quando você estiver logado em sua conta do Analytics.
Como obter o código do Analytics atualizado
- Efetue login na sua conta do Google Analytics.
- Acesse a nova interface do Google Analytics, clicando em “Nova Versão” no canto superior direito da tela

- Clique na conta de domínio que você deseja acessar.
- Clique no ícone da “engrenagem”, na barra laranja no canto superior direito da sua tela:

- Clique na aba “Código de controle”. Aqui você pode gerar o novo código de Analytics para o seu site ou blog de acordo com as caracteristicas dele.
- Copie o código e cole em seu site. Ele deve ser semelhante ao seguinte código, mas com o seu número de conta “UA-xxxxxx-x” diferente:
<script type=”text/javascript”>
var _gaq = _gaq || [];
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-xxxxxx-x']);
_gaq.push(['_trackPageview']);
(function() {
var ga = document.createElement(‘script’); ga.type = ‘text/javascript’; ga.async = true;
ga.src = (‘https:’ == document.location.protocol ? ‘https://ssl’ : ‘http://www’) + ‘.google-analytics.com/ga.js’;
var s = document.getElementsByTagName(‘script’)[0]; s.parentNode.insertBefore(ga, s);
})();
</script>
Agora você tem o código atualizado do Google Analytics.
Colocando o código em todos os lugares
A nova versão do seu código do Google Analytics deve ser colocada antes do fechamento do </ head> no seu arquivo HTML. Ele precisa ficar entre o código do Analytics e do fechamento </ head>. Insira o seguinte trecho:
<!– Google Analytics Social Button Tracking –>
<script type=”text/javascript” src=”http://app.tabpress.com/js/ga_social_tracking.js”></script>
O Resultado final vai ser a soma do código de Analytics com esse novo trecho:
<script type=”text/javascript”>
var _gaq = _gaq || [];
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-xxxxxx-x']);
_gaq.push(['_trackPageview']);
(function() {
var ga = document.createElement(‘script’); ga.type = ‘text/javascript’; ga.async = true;
ga.src = (‘https:’ == document.location.protocol ? ‘https://ssl’ : ‘http://www’) + ‘.google-analytics.com/ga.js’;
var s = document.getElementsByTagName(‘script’)[0]; s.parentNode.insertBefore(ga, s);
})();
</script>
<!– Google Analytics Social Button Tracking –>
<script type=”text/javascript” src=”http://app.tabpress.com/js/ga_social_tracking.js”></script>
Pronto. A captura de interações sociais está habilitada, o proximo passo é vincular individualmente cada uma das ferramentas: Google +, Facebook, Twitter.
Google+
O Google + é o único dos programas que estará sendo automaticamente rastreado pelo Analytics após ser inserido o novo código. Para o Facebook e o Twitter é necessário que um pequeno script seja inserido no código que gera cada um dos botões.
Se você usa o código que é disponibilizado pelo próprio Facebook:
<div id=”fb-root”></div><script src=”http://connect.facebook.net/en_US/all.js#appId=XXXX bml=1″></script><fb:like href=”www.meusite.com” send=”true” width=”450″ show_faces=”false” font=”"></fb:like>
Basta adicionar o trecho de JavaScript (mostrado abaixo) no meio do código do Facebook para que as ações em que o botão sejam computadas pelo Google Analytics:
<script type=”text/javascript”>_ga.trackFacebook();</script>
Adicione o código acima antes da tag </fb:like:>. Ficará assim:
<div id="fb-root"></div><script src="http://connect.facebook.net/en_US/all.js#appId=XXXX bml=1"></script><script type="text/javascript">_ga.trackFacebook();</script><fb:like href="www.meusite.com" send="true" width="450" show_faces="false" font=""></fb:like>
Para ativar o tracking do Twitter basta colocar o código abaixo em qualquer lugar dentro do <head> do seu site.
<!– Load Twitter JS-API asynchronously –>
<script>
(function(){
var twitterWidgets = document.createElement(‘script’);
twitterWidgets.type = ‘text/javascript’;
twitterWidgets.async = true;
twitterWidgets.src = ‘http://platform.twitter.com/widgets.js’;
// Setup a callback to track once the script loads.
twitterWidgets.onload = _ga.trackTwitter;
document.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(twitterWidgets);
})();
</script>
Visualizando os resultados
Como mencionado acima, os relatórios de interação social só estão disponíveis na nova interface do Google Analytics.
NOTA: Geralmente, leva algumas horas para que o Analytics para refletir a atividade em suas páginas web, mas pode demorar até 24 horas.
Após o login na sua conta do Analytics, clique no domínio que deseja visualizar os relatórios, em seguida, no menu à esquerda, vá para “Visitantes> Social”
Você tem três opções para visualizar as interações sociais:
Relação: Você vê duas métricas: 1) Não socialmente engajado e 2) socialmente engajados. Esta mostra o quão efetivamente cada página é para motivar os usuários a dar Like como ou Tweetar seu conteúdo:
Ação: Esta página mostra as acções específicas realizadas (Like, Unlike, Send), quantos de cada um e por cento do total de ações.
Páginas: Detalhes sobre quais ações foram tomadas em cada página e que essas ações foram essas.
Fonte: http://www.socialmediaexaminer.com/how-to-track-tweets-facebook-likes-and-more-with-google-analytics/
Bolsonaro, vôlei e o povo brasileiro
Na semana passada o CQC mostrou uma entrevista na qual o Deputado Bolsonaro deu declarações que muitos passaram a semana todo condenando como homofóbicas e racistas. Não vou entrar no mérito dessa discussão.
O ponto que eu quero ressaltar é o fato de ele ser um deputado eleito que, de fato, representa uma boa parcela da população. Disso eu não tenho a menor dúvida. O assunto que deveria ter chocado todo mundo naquela semana foi outro: a partida de vôlei entre Futuro e Cruzeiro pela Superliga Masculina.
Michael, um dos jogadores da equipe de Araçatuba, que é assumidamente gay, foi alvo de comportamento claramente preconceituoso da torcida adversária. Em entrevista para o Globo Esporte ele deu a seguinte declaração (sublinhado por minha conta):
O que aconteceu exatamente em Contagem? Já tinha passado por uma situação semelhante antes?
- No jogo em Contagem teve uma manifestação da torcida gritando “bicha”, “gay”, todas essas coisas. Já tinha acontecido casos isolados de algumas pessoas gritarem pelo clima do jogo. Mas nem escuto, deixo passar porque é ignorância. Mas foi um coro, senhoras, crianças e mulheres gritando, já num clima preconceituoso mesmo. (…)
Não são as palavras em si que são preconceituosas, mas o contexto em que elas são ditas. Esse é o povo brasileiro. Bolsanaro, portanto, representa muito bem essa gente. Antes de ficarmos chocados com ele deveríamos ver o que aprendemos e ensinamos em casa, pois são através de piadinhas e comentários “sem maldade” que teriam bem mais graça se não fossem o retrato da nossa ignorância transmitindo a discriminação desde a infância, pois o que as crianças aprendem brincando é nada mais nada menos do que a estupidez se propagando (Pensador, Gabriel ).
O Deputado realmente não está sozinho e provavelmente muitos dos que o criticam (principalmente no Twitter) incidem na mesma falha de moral. Chegou pra mim o link do Tragédia da Empregada mais uma demonstração do que pensa o nosso povo quando acham que não tem ninguém olhando.
04/06/1989
“Rara é a felicidade de uma época em que se pode pensar o que se quer e dizer o que se pensa”
“Praça da Paz Celestial: nesse lugar, em 1989, nada aconteceu“
Dell ou Créu?
Enquanto eu espero por métricas e resultados da campanha da Wunderman para saber se foi Dell ou Créu, me reduzo a fazer um pouco de clipagem e dar voz ao povo.
“Novo comercial da Dell faz a marca ganhar seguidores, perder dignidade” – Gizmodo Brasil
“Prepare-se para níveis de vergonha alheia nunca antes atingidos na história da propaganda brasileira, quiçá, mundial.” – Brainstorm 9
“Se você ainda pretende ter um computador Dell ao longo da vida, não veja este vídeo: ele pode fazer você perder todo o respeito pela marca.” – MacMagazine
“nada além de Vergonha Alheia expressa a sensação de ver esse… troço.” – Meio Bit
“Vou falar: achei hilário o novo comercial da Dell. (…) O filme serve para divulgar o perfil da Dell Brasil no Twitter. (…) Pelo que eu to vendo, a Dell é uma das empresas que mais está levando a sério essa tendência.” – Adivertido
















