Nesse último sábado dia 10 ao som de Rage Against the Machine e Nirvana, passei três horas e meia deitado no estúdio do Verani. Sob os cuidados do Leo fiz minha segunda tatuagem.
Maior e mais agressiva que a primeira, coloquei na pele um lobo cercado por tribais, símbolo que já me acompanha há muitos anos em minha mente e desde então me acompanhará pelo o resto da vida em minha pele.
Ando pensando em fazer uma segunda tatuagem, tanto que dediquei um pouco do meu tempo para ler um livro meia boca chamado The Not-Just-Skin-Deep Guide to Getting a Tattoo. Provavelmente farei quando meu cunhado chegar de Barcelona para passar o fim de ano com a gente. Ele tem uma sessões de tattoo marcadas com um tal de Pirata (melhor nome) em Cachoeirinha. Acho que vou aproveitar o embalo e fazer junto.
Estava no Youtube e encontrei a fabulosa série Porto Alegre Ink, um spin-off caseiro e não autorizado do aclamado seriado americano Miami Ink. Acho que vale a pena conferir o primeiro episódio.
Detalhe, o estúdio do vídeo, o Verani tattoo/lucky tattoo é o mesmo onde eu, aos 16 anos (se não me engano) coloquei um piercing na sobrancelha. Sim, eu já tive um piercing na sobrancelha, mas não durou mais de três meses porque não combinava muito com meu estilo de vida (a prática de certos esportes não é compatível com ferrinhos expostos na cara).
Minha primeira e até agora única tatuagem, foi feita em Portugal, durante minha viagem pela Europa. A lógica era simples, eu queria ser tatuado na Europa, mas não queria correr o risco do tatuador não entender muito bem o que eu queria (apesar da tatuagem ter sido simples), então eu escolhi um artista lusofônico.