Jaleco do mal
Meu colega de trabalho o Sr. Bruno Galera resolveu iniciar uma Jihad contra médicos que almoçam de jaleco e estetoscópio. Decidi me juntar a suas fileiras. Abaixo o e-mail que ele enviou para a administração do Hospital São Lucas (popular Hospital da PUC) na última sexta-feira, 24/04:
Boa tarde,
Gostaria de fazer uma reclamação envolvendo a conduta de funcionários deste hospital.
Freqüentemente, almoço no restaurante Vila Olímpica, no Parque Esportivo da PUC. Em todas as oportunidades, é constrangedor perceber médicos adentrando o recinto trajando seus jalecos e, por incrível que pareça, alguns com seus estetoscópios no pescoço.O próprio restaurante oferece cabides para os jalecos e emite alertas sobre essa conduta, deixando claro se tratar de uma portaria do Ministério da Saúde. A lei existe, mas a educação e a ética profissional deveriam vir antes à mente destes profissionais que tratam da saúde pública. Instrumentos e vestimentas utilizados na interação e inspeção com pacientes não deveriam sair do espaço físico de consultórios e ou salas de cirurgia.
Como cliente do restaurante e também utilizador dos serviços do hospital São Lucas, gostaria de deixar registrada minha reclamação. Se o hospital não providencia armários para que os médicos deixem seus aparatos de trabalho, que ofereça alternativas e uma campanha de conscientização dos menos educados.
Obrigado,
Bruno Galera
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Obviamente ele não recebeu nenhuma resposta até agora, exceto por alguns comentários interessantes em seu Blog. Gostaria de corroborar com algumas fotos jornalísticas/investigativas casuais tiradas com meu celular enquanto eu ia almoçar no restaurante da Vila Olímpica.
Feliz da vida com seu jaleco passando por cima da Ipiranga e do Arroio Dilúvio.
Dentro do restaurante com seu jaleco do mal.
Cabideiro do lado de fora do restaurante para que os médicos/enfermeiras/dentistas/veterinários irresponsáveis possam depositar seus jalecos do mal. Eu não julgo o dono do restaurante, provavelmente eu faria o mesmo, pois ele não deve querer perder a clientela impedindo de entrar todos os “sem noção” que chegam de branco, mas de certo modo ele incentiva o péssimo hábito.












