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Problemas da vida

By Antonio, 09/03/2010 10:29 pm

Segundo o Comandante Guilherme, existem quatro tipos de problemas na vida e para todos eles existe uma solução. Para os que estão mal de saúde, existem os médicos. Os que estão mal da cabeça, devem ir ao psiquiatra. Esses dois são bem simples.

O terceiro problema é o problema de bolso, que muitas vezes não é uma questão de ter pouco dinheiro ou não, pois existem ricos insatisfeitos que sempre acham que seus colegas e amigos ganham mais, ou sonham sempre com coisas que não conseguem alcançar.  A melhor solução, portanto, é um agiota. Esqueça pedir empréstimo ao banco, pois é o agiota que faz você correr desesperado atrás do que você mais quer: o dinheiro. Só ameaças de ossos quebrados podem fornecer a perspectiva necessária para se entender o que a falta de dinheiro realmente significa e acabar com a visão pessimista de quem acha que está sempre atrás.

Por último, aqueles que têm tantos problemas que nem sabem por onde começar. Essas pessoas estão tão atoladas nos seus problemas que nem saber dizer quais eles são. Para resolver isso, só mesmo achando uma igreja, dessas que tem um Deus para orar e uma caixinha para deixar seu dinheiro. No final, o que as pessoas querem ouvir é que terão um milagre e que no fim tudo vai ficar bem.

Agora, se você não tem nenhum desses problemas, então a melhor coisa a se fazer é mergulhar.

Burocracia

By Antonio, 14/07/2009 11:30 am

Quando eu era pequeno meu pai me deu uma tartaruga chamada Burocracia e isso sempre me fez pensar que a burocracia fosse uma coisa legal. Hoje trabalho em uma multinacional e entendo o porquê da conotação negativa que a palavra carrega. Às vezes, o objetivo é claro e a solução é simples, mas somos agarrados e arrastados por um emaranhado de processos e formalidades que nos desgastam a ponto de, muitas vezes, desistirmos antes mesmo de tentar.

Tudo que se tem para aprender com a burocracia está retratado em um trecho de um dos desenhos do Asterix. No episódio Os 12 trabalhos de Asterix, a dupla de Gauleses é desafiada por Cesar a completar 12 tarefas para provarem que não podem ser vencidos. No trecho abaixo (10 minutos, vale a pena assistir até o fim) eles devem entrar em um prédio e conseguir a Permissão A38. Para os dois guerreiros seria uma mera formalidade, se não fosse a famigerada burocracia.

Muitas pessoas vão se reconhecer na situação retratada a seguir, que além de divertido, se visto com atenção, nos dá dicas valiosas de como vencer esse famigerado inimigo:

1)    Conheça as regras. A burocracia é formada por um emaranhado de processos e regras, algumas com razões óbvias de ser, outras nem tanto. É preciso conhecer as regras do jogo para jogá-lo, e apenas com a visão do todo você será capaz de encontrar os furos pelos quais pode escapar.

2)    Enfrente as regras. Uma situação que eu canso de ver acontecer é a pessoa se resignar ao ouvir um: “está escrito aqui nas regras” ou “o manual diz que não é possível” ou a melhor de todas “o sistema não permite isso”. Nós sempre achamos que é impossível discutir com as regras, que não há como modificar o que está no papel. Isso é errado, devemos sim questionar e utilizar da lógica, pois muitas vezes as pessoas seguem meras formalidades sem saber o porquê. Quando for bater de frente com determinada regra, o faça abertamente, pois só assim você garante que se ela for injusta ou desnecessária, ela será um dia mudada.

3)    Escale para chefia. Algumas pessoas realmente não podem tomar ação para resolver o problema. Não adianta discutir com o porteiro que não lhe deixa entrar, pois ele é pago para isso e você só vai se desgastar, porque mesmo que ele queira, ele não vai lhe deixar passar. Quanto maior a autoridade, mais poder ela tem tomar decisões que fujam da rotina.

4)    Informe-se. Se você sabe que está prestes a entrar em um processo burocrático, obtenha de cada pessoa o maior número de informações e declarações possíveis e documente tudo (e-mail é sempre um bom jeito), pois é comum uma pessoa querer jogar o problema para outra e você ficar eternamente caminhando de um lado para o outro.

5)    Mantenha a calma. É necessário raciocinar e, acima de tudo, manter a cordialidade. Levantar o tom de voz e faltar com o respeito apenas piora a situação, aumenta a má vontade das pessoas e, ao fim do processo, irá deixar ressentimentos.

Addendum: Evite a todo custo utilizar-se do “jeitinho brasileiro”, aquela malandragem e malevolência que todos nós temos e faz com que tendamos a burlar as regras para tirar algum tipo de vantagem. Assim como a minha querida tartaruga (R.I.P.), a burocracia não deve ser encarada como algo ruim, ela existe por um motivo óbvio: organizar e padronizar os processos. É, em última instância, a burocracia que garante igualdade de tratamento a todos e muitas vezes ela é a principal responsável pela qualidade de determinado serviço ou produto. Além disso, é justamente o excesso de malandragem que obriga a criação de cada vez mais burocracia para tentar conter as pessoas que querem sempre tirar alguma vantagem.

Churrascaria: rodízio x a la carte

By Antonio, 29/06/2009 8:02 am

No último final de semana eu almocei provavelmente na melhor churrascaria de Porto Alegre, a Porto Alegrense. Conclui algo que deveria ser óbvio para qualquer amante de carnes: churrascarias a la carte são muito superiores a rodízios (popular espeto corrido).
A primeira vista um rodízio pode parecer interessante: muita variedade de carne, não é necessário esperar nada para começar a comer e, muitas vezes, nos enganamos achando que elas tem um maior custo x beneficio.

Esquecemos, porém, que no espeto corrido a carne precisa estar pronta muito antes dos fregueses chegarem. Além disso, a cada viagem do garçom a carne volta ao fogo, ressecando e perdendo sua maciez. Grandes rodízios perdem todo seu valor artesanal, pois tentam ganhar no volume de maneira que somos distraídos do motivo principal de uma churrascaria (a carne) e atraídos por chamarizes secundários, como outros pratos quentes, saladas exóticas e coisas abomináveis como sushi (geralmente de baixa qualidade).

Uma churrascaria deve ter poucos lugares, uma salada básica e um cardápio enxuto. Se os assadores forem honestos, então o sucesso é garantido. Quando você prova uma picanha ou uma costela macia e suculenta, você não sentirá nenhuma falta de 500 garçons lhe azucrinando (e impossibilitando qualquer diálogo à mesa) perguntando se você quer javali com amora ou cupim.

Rodízio é bom só para levar gringos e turistas. Churrascarias de caráter não aceitam cartão de crédito, você paga com dinheiro ou cheque e na saída fala com o dono, coisa artesanal, de quem está preocupado com a qualidade e não com a quantidade.

Criatividade

By Antonio, 26/04/2009 4:34 pm

Durante minhas primeiras aulas na faculdade de Publicidade e Propaganda, muito se falava em criatividade como sendo ferramenta ou característica básica para qualquer bom profissional na área. Cada um de meus professores definia a sua maneira, com suas próprias palavras, a maioria usando sinônimos que por si só também mereciam um explicação mais completa: inovação, originalidade, inventividade, etc.

Ao olhar no dicionário ou em livros mais técnicos, é possível encontrar uma infinidade de respostas, mas nenhuma delas tinha o que na época eu buscava. Queria um significado que me desse a origem da criatividade, não a etimológica, mas sim o que faz uma pessoa ser mais ou menos criativa, para que eu entendesse que ações práticas poderia tomar para me tornar um cara criativo.

Eu ficaria com algo mais ou menos assim: “Criatividade é a capacidade de criar algo novo através da recombinação de elementos.” Explico. Coisas não são criadas do nada, não existe uma luz que vem do céu e nos ilumina com novas idéias. Não existe bolo sem os ingredientes.

Quando tentamos criar algo novo, o cérebro acessa nosso banco de dados de referências: imagens, sons e situações que vivenciamos. Recombinando e misturando esses diversos elementos criamos uma “coisa nova” que na verdade tem várias partes de coisas com as quais já nos deparamos.

E o que essa definição nos ensina? Para ser mais criativo, você precisa de uma gama maior de referências para poder recombinar. Se você conhece três coisas, poderá recombiná-las em uma dúzia de coisas novas, mas se você conhecer 30, então as possibilidades de ideias serão infinitamente maiores.

Quer ser criativo? Comece a colocar novas referências no seu banco de dados. Nesse sentido podemos dizer que artistas e publicitários (profissões que dependem da criatividade) estão 24 horas por dia trabalhando, pois estão adquirindo novas referencias, necessárias para suas atividades, à medida que vivem. Tudo pode ser utilizado, desde a briga com a namorada que lhe inspira uma música, à morte do seu cachorro que lhe ajudou a criar uma poesia ou um quadro do Miró que lhe serviu de base para criação de um novo layout.

É claro que não podemos simplificar demais, pois existem algumas técnicas e processos que podem lhe ajudar a organizar a informação no seu banco de dados mental e facilitar o acesso a elas quando você precisar.

Meus palpites:

1)      Leia livros. São o caminho mais fácil para conhecer todos os cantos do mundo, todos os pontos de vista. Nada lhe trará tantas referencias quanto ler.

2)      Viaje. Experienciar coisas diferentes tem um gosto totalmente especial e o impacto sobre a sua visão de mundo é imediata.

3)      Saiba ouvir as pessoas. Opiniões e pontos de vista diferentes abrem muitas novas janelas.

4)      Não negligencie aquilo que você não gosta. Acha o Big Brother e a novela das 8 um lixo? Tudo bem, mas pelo menos saiba sobre o que eles falam e porque tanta gente gosta dela. Folhei a revista Caras, você nunca sabe quando irá anunciar lá ou criar um produto para aquele público.

5)      Nunca fique satisfeito com a primeira idéia. SEMPRE descarte a primeira idéia, a segunda e a terceira, mesmo que no final das contas você volte a elas. Você não pode se acomodar e deve forçar seu cérebro a acessar seu banco de dados constantemente, só assim as idéias fluirão com naturalidade.  

Dicionário  

Dicionario Houaiss: Criatividade 1) Qualidade ou característica de quem ou do que é criativo 2) Inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, que no cientifico, esportivo, etc. 3) Capacidade que tem o falante de produzir e compreender um numero imenso de enunciados, mesmo aqueles que não tenham sido por ele ouvido ou pronunciado anteriormente

 

Livros 

  • “criatividade é o processo que resulta em um produto novo, que é aceito como útil, e/ou satisfatório por um número significativo de pessoas em algum ponto no tempo” (Stein, 1974)
  • “criatividade representa a emergência de algo único e original” (Anderson, 1965)
  • “criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados” (Torrance, 1965)
  • “um produto ou resposta serão julgados como criativos na extensão em que a) são novos e apropriados, úteis ou de valor para uma tarefa e b) a tarefa é heurística e não algorística” (Amabile, 1983)
  • “é o processo de mudança, de desenvolvimento, de evolução na organização da vida subjetiva” (Ghiselin 1952),
  • “manipulamos símbolos ou objetos externos para produzir um evento incomum para nós ou para nosso meio” (Flieger 1978) 

 varias partes  

Ao inventor da tesoura teria sido impossível fazê-lo sem que o mesmo tivesse a referência de facas. Ou aos criadores dos aviões sem que nunca tivessem observado os pássaros.

 24 horas por dia 

 

Muito já se ouviu falar de artistas que tiraram sua inspiração de sonhos. Miró por exemplo. 

 miro miro7 miro-chanteur 

novo layout  

 

Cartaz das Olimpíadas de Barcelona 1992, baseada nos traços de Miró, representando ao mesmo tempo um atleta de ginástica saltando e o fogo olímpico aceso no estádio.

 barcelona1992

 Leia livros

As seguintes coisas não são livros:  jornal, revista, HQ’s, qualquer coisa escrita pela Agatha Crist ou pelo Sidney Sheldon.

Paradigma

By Antonio, 26/04/2009 11:37 am

 

Afinal de contas quem inventou o avião: os Irmãos Wright ou Santos-Dumont?
Cronologicamente foram os americanos, mas então por que ainda se discute isso? A discussão na verdade gira em torno do paradigma “voar”. O que significa afinal voar? A resposta para essa pergunta nos dirá quem afinal voou primeiro. Se voar significa ser lançado de cima de um precipício, por um estilingue/catapulta, planar por alguns metros e “cair com estilo”, então pode ter certeza que os Wrights foram os primeiros, pois foi exatamente isso que eles fizeram. Se voar significar decolar em um terreno plano, sem ajuda externa, voar por alguns metros e aterrisar em segurança, então com certeza o brasileiro voou primeiro. 

O paradigma é trilho que orienta nosso pensamento e quando alguém diz para pensarmos “out of the Box” ela está dizendo exatamente para rompermos os paradigmas. Fazer algo dentro do modelo mental padrão facilita a comunicação, pois nossos receptores não precisarão fazer esforço algum para compreender aquilo que é vigente em sua cultura, mas por isso mesmo nos coloca em lugar comum.

Você já pensou porque o banco da bicicleta tem aquele formato esquisito, que depois de um tempo sentado nele dói a sua bunda e seu cóccix? A bicicleta foi criada na época do velho oeste, e quem a projetou tinha em mente o velho paradigma da sela de cavalo, assento clássico do meio de transporte (cavalo) mais comum da época. Alguns designers que conseguiram romper esse paradigma sugeriram bancos assim:

Portanto, quando estiver criando algo, busque a sua origem e a descarte, tente chegar ao resultado que deseja, mas partindo de um ponto totalmente diferente e inusitado. Rompendo os paradigmas você permitirá que seu cérebro re-combine os elementos de uma maneira totalmente nova, gerando algo inesperado e realmente criativo.  

Fracassando em direção ao sucesso:

 Cair com estilo  

  

Busque a origem e descarte

 

A bitola das ferrovias (distância entre os dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Por que esse número foi utilizado? Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada.

 

Por que os ingleses usavam esta medida? Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças, antes das ferrovias e se utilizavam do mesmo ferramental das carroças.

 

Por que das medidas (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham esta medida.

 

E por que tinham esta medida? Porque essas estradas foram abertas pelo antigo império romano, quando de suas conquistas e tinham as medidas baseadas nas antigas bigas romanas.

 

E por que as medidas das bigas foram definidas assim? Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos!

 

Agora veja: o ônibus espacial americano, o Space Shuttle, utiliza dois tanques de combustível sólido (SRB -- Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol, em Utah, nos EUA. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-los mais largos, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, e que tinham suas medidas baseadas na bitola da linha férrea. Assim, um dos projetos mais avançados da engenharia mundial em design e tecnologia acabou sendo afetado pelo tamanho do traseiro dos cavalos da Roma antiga!

 

 

Artes marciais.

By Antonio, 24/04/2009 9:07 pm

Se você está pensando em treinar alguma arte marcial para se defender ou pra puxar briga na rua, aqui vão algumas dicas:

Úteis

Boxe: Tudo se resume a socos. Quando dois Jiu-Jiteiros se desentendem no tatame, eles começam a se soquear, visto que nada é tão natural e funciona tão bem quantos socos na cara. Ajude seu instinto de sobrevivência com um pouco de técnica.

Muay Tay: Particularmente acho que nunca se deve tirar os pés do chão em uma luta, salvo que você tenha certeza que o adversário vai cair de primeira, tendo isso em vista o Muay Thai é insuperável. Joelhadas são sempre bem vindas.

Até ajudam

Jiu Jitsu: Ok, no 1 x 1 até pode despontar, mas nenhum Jiu-Jiteiros treina contra cotoveladas, mordidas, cabeçadas e torções de dedos e essas são justamente os primeiros golpes que o adversário vai começar a aplicar se você levá-lo para o chão. Outra coisa, quem gosta de brigar na rua geralmente tem problemas de auto-estima e na maioria das vezes é covarde, em suma: tem vários amiguinhos por perto. Tente passar a guarda enquanto outros de chutam. Não rola.

Aikido: Se você é mulher e quer saber como se desvencilhar dos carinhas que tentam te agarrar a força na noite, essa talvez seja um boa arte marcial. Útil também para humilhar coleguinhas no colégio (Bulling total). Se tentarem te bater de verdade, o melhor é correr. Salvo que você seja o Steven Seagal:

Sambô: Não conheço tanto quanto gostaria sobre essa arte marcial russa, mas o simples fato de ser a base técnica do melhor lutador de MMA profissional da atualidade , penso que deva servir para alguma coisa

Kickboxing: É um Muay Thay piorado.

Inúteis

Kung Fu: Funciona muito bem nos filmes, nem tanto na vida real.

Jet Kune do: Idem ao Kung Fu, mas com direito ao soco de uma polegada.

Karate: Lento, ultrapassado e nenhuma das técnicas parece ter sido pensada para se utilizar em uma situação real.

TaekwonDo: Ninguém que luta com os braços no chão, gritando sem parar merece uma real consideração. E alem disso é a única luta que o cara que desfere o golpe muitas vezes cai sentado no chão (acho que na WWE também).

Judo: Você joga seu adversário no chão e ele levanta. Você joga seu adversário no chão e ele levanta. Você joga seu adversário no chão e ele levanta. A não ser que seu adversário cai de cabeça em uma pedra e fique tetraplégico, o Judo não parece ter sido projetado para ter fim.

Capoeira: É uma dança bonitinha.

Retirado do filme ”Quebrando Regras”

Sumo: Empurrar alguém não é lutar.

Kenjutsu: É legal até, mas nenhuma possibilidade de ser utilizado como defesa pessoal. Coisa de Cosplayer.

Savate: É um KickBoxing piorado

Picaretagem

Krav Magá: Se você não esta em Israel treinando com o exercito, então provavelmente tem um professorzinho picareta tirando seu dinheiro.

Ninjutsu: Piada.

MMA: Instituído para tirar dinheiro de bombados atletas de academia que freqüentam Raves, sem camisa. Se você não é profissional, esqueça.

Systema: A picaretagem definitiva: é um Krav Magá russo + esoterismo + a solução pra todas as situações de combate + total alienação da realidade + mini seita.

Lista completa:

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_martial_arts#Oceanian_martial_arts

A arte marcial definitiva

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