Regulamentando a Publicidade
Começou com as proibições às propagandas de cigarro nas mídias de massa. Agora o cerco fecha sobre os medicamentos e promoções envolvendo brinquedos em lanchonetes de fast food. Acho que a discussão é válida e espero que ela seja ampla, pois toda proibição começa como uma mera preocupação com a saúde do consumidor, mas pode terminar com um controle quase policial sobre o que pode ou não ser dito, indo em direção a um estado policial, inibindo todo tipo de estranheza e arte.
É óbvio que não deve existir liberdade sem responsabilidade, é muito fácil vender um produto ou ideia quando se tem muito dinheiro envolvido (vide a indústria do fast food, remédios e cigarros). Não podemos também querer ser paternalistas a ponto de acreditarmos que as pessoas são tábulas-rasas, sem capacidade de discernimento e que irão comprar Coca-Cola e pipoca porque “piscou” nos frames do filme no cinema.
Pra quem acha que a publicidade de hoje é totalmente sem escrúpulos, que tal darmos uma olhada no que se fazia antes:
Em compensação, vale à pena dar uma olhada em bons anúncios que foram banidos simplesmente em razão de um grupo conservador não concordar. Não gostou, não compre o produto, mas não censurem as ideias:





















