Resolvi atualizar meu widget da Amazon.com (vulgo “propaganda de livros”) com minhas últimas leituras. Quem estiver interessado já pode saber o que ando lendo e de onde tenho tirado minhas mais recentes idéias mirabolantes.
Os livros estão organizados de forma cronológica da minha última leitura (topo da primeira coluna) em direção a mais antiga (chão da ultima coluna).
Vale lembrar que se você comprar um livro qualquer na Amazon.com (não só os que estão ali) após clicar no meu banner eu ganho uma comissão. Não custa nada para você e eu recebo descontos nas minhas próximas compras, ou seja, todo mundo sai ganhando (eu bem mais que você).
Segundo o Comandante Guilherme, existem quatro tipos de problemas na vida e para todos eles existe uma solução. Para os que estão mal de saúde, existem os médicos. Os que estão mal da cabeça, devem ir ao psiquiatra. Esses dois são bem simples.
O terceiro problema é o problema de bolso, que muitas vezes não é uma questão de ter pouco dinheiro ou não, pois existem ricos insatisfeitos que sempre acham que seus colegas e amigos ganham mais, ou sonham sempre com coisas que não conseguem alcançar. A melhor solução, portanto, é um agiota. Esqueça pedir empréstimo ao banco, pois é o agiota que faz você correr desesperado atrás do que você mais quer: o dinheiro. Só ameaças de ossos quebrados podem fornecer a perspectiva necessária para se entender o que a falta de dinheiro realmente significa e acabar com a visão pessimista de quem acha que está sempre atrás.
Por último, aqueles que têm tantos problemas que nem sabem por onde começar. Essas pessoas estão tão atoladas nos seus problemas que nem saber dizer quais eles são. Para resolver isso, só mesmo achando uma igreja, dessas que tem um Deus para orar e uma caixinha para deixar seu dinheiro. No final, o que as pessoas querem ouvir é que terão um milagre e que no fim tudo vai ficar bem.
Agora, se você não tem nenhum desses problemas, então a melhor coisa a se fazer é mergulhar.
Hoje efetuei o septuagésimo quinto pedido na Pizza Hut utilizando o mesmo telefone. Aparentemente eles têm um plano de fidelidade, pois quando fiz o pedido número 25 ganhei uma hut brigadeiro individual, e, dessa vez, um canivete suíço com o nome da empresa gravado.
Legalzinho, mas eu me pergunto por que um canivete? Qual a relação entre esse artefato de escoteiro e minhas pizzas nas tardes de sábado? Um copo, um par de talheres, um prato ou um cortador de pizza teria sido bem mais razoável, visto que teria algum paralelo com o produto final que consumo.
Achei meu brinde totalmente sem sentido (fico imaginando o que me espera no centésimo pedido), mas fiquei feliz de ter ganhado alguma coisa. Pretendo continuar pedindo, pois apesar de muita gente dizer que Pizza Hut é emborrachada, eu acho que pouca coisa supera uma meia-toscana, meia-itália.
Desde que o lasier Martins foi eletrocutado pelas uvas eu não assistia a uma reportagem tão engraçada. Digna de um daqueles contos com reviravolta no final. Quem poderia adivinhar o que estava por tras do sossego daquela cidadezinha tão pacata.
Sempre que eu recomendo algum filme, digo que ele está na minha lista dos “10 melhores”. Já recomendei tantos filmes que minha lista dos melhores obviamente tem muito mais que dez.
Agora, se me perguntam qual o pior filme que já vi na minha vida tenho apenas uma resposta: A máquina do Tempo (2002). Apesar de ser baseado em um clássico de H.G. Wells (que eu não li), não encontro palavras para descrever o quão grotesco esse filme é, portanto vou apenas me reduzir a fazer uma pequena sinopse para que vocês possam ter uma idéia do que eu estou falando:
“O filme começa em 1800 e qualquer coisa, com um homem que constrói uma máquina do tempo feita de madeira e ouro para evitar a morte de sua mulher. O filme termina em 800.000 D.C. (isso mesmo, oitocentos mil depois de Cristo) em um mundo dominado por elfos negros do subsolo, que controlam homens topeira e aterrorizam as tribos humanas sobreviventes, que por sua vez falam fluentemente inglês.”
Eu não estou inventando isso e o filme não é tão interessante ou divertido quanto a minha descrição possa parecer. Não veja.
Obs: Para todos os efeitos, não são considerados filmes nenhum pastelão estilo Todo Mundo em Pânico ou Epic Movie, nenhum filme dirigido por Uwe Boll ou cujo ator principal seja o Van Damme.